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NA HORA H

Chegou a hora do exame, e agora? Para a maioria das pessoas o nervosismo é a principal barreira na hora de fazer um exame de aptidã...

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Globo Repórter 01




Nesta matéria do globo repórter tivemos a oportunidade de conhecer algumas pessoas que tiveram suas vidas radicalmente modificadas por conta de um acidente de trânsito.
Espero que a historia de vida dessas pessoas sirva para nos fazer pensar bem antes de assumir uma conduta inapropriada no trânsito.
Assistam o vídeo, vale muito a pena!



sexta-feira, 24 de agosto de 2012

SEGURO OBRIGATÓRIO




O Terra publicou ontem dados estatísticos do primeiro semestre referentes ao pagamento de indenizações do seguro DPVAT  as vitimas de acidentes de trânsito.
Os números ainda não são precisos porque muita gente ainda não sabe que tem direito a indenização ou não quer “lucrar” com a morte de um ente querido.
Mesmo assim os dados do DPVAT são os que mais se aproximam de nossa realidade.
Foram pagas no primeiro semestre cerca de 216 mil indenizações, das quais 143 mil (66%) por invalidez permanente, 43 mil (20%) para reembolso de assistência médica e 29 mil (14%) famílias foram indenizadas pela morte de alguém. Esses números são aproximadamente 31% maiores que no mesmo período do ano passado.
Nota-se por exemplo que se continuar nesse ritmo chegaremos ao final do ano com aproximadamente 280 mil pessoas com algum tipo de deficiência e mais 58 mil mortos no trânsito, números muito maiores que os divulgados pelo governo.
Outro dado que impressiona é que 69% das indenizações são para acidentes que envolvem motocicletas. Isso explica porque o seguro obrigatório na moto é bem mais caro.
A região nordeste responde por 30%  das indenizações, enquanto que a sudeste que tem a maior frota do país representa 25% das indenizações pagas. A explicação dada pelo seguro DPVAT é que a frota de motocicletas cresceu muito no nordeste e junto com ela o número de acidentes.
Os valores das indenizações podem chegar a R$ 2700,00 para reembolso de assistência médica, até R$ 13500,00 para lesões permanentes (depende da gravidade) e R$ 13500,00 em caso de morte.
Na minha opinião, além da crescente frota de veículos, outro fator que contribui para esse crescimento das indenizações é que atualmente os brasileiros estão muito mais conscientes dos seus direitos, coisa que até um tempo atrás não acontecia.
Veja no link:

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI6097963-EI306,00-Dpvat+paga+tres+indenizacoes+por+minuto+a+acidentados+no+transito.html


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

PEDÁGIO


É justo pagar pedágio no Brasil?
A carga tributária brasileira é uma das maiores do mundo. Mesmo assim, a contra partida para tantos impostos deixa muito a desejar.
Infelizmente no que tange ao trânsito não é diferente. Pagamos caro por tudo que envolve o veículo e mesmo assim nossa estrutura viária é extremamente carente.
A privatização das rodovias é uma realidade. Em todo o Brasil temos rodovias pedagiadas, ou seja, temos que pagar pelo que já pagamos!
E então, pagar pedágio é justo? Definitivamente não!
Mas analisando de um ponto de vista objetivo, qual alternativa nós temos?
Esperamos que o governo reverta os impostos em benefícios, e a coisa não acontece. O estado de conservação da maioria das rodovias é muito ruim, o que coloca nossa segurança em risco, e eleva muito o custo de manutenção do veículo, já que as vias estão esburacadas.
Quando ocorre a privatização da rodovia toda a estrutura melhora muito: Pavimentação, sinalização, resgate em casos de acidentes e problemas mecânicos. É claro que leva um certo tempo para que as reformas aconteçam, mas depois disso a manutenção é realizada constantemente o que eleva muito a segurança do trânsito.
O que é pior então?
Pagar o pedágio ou transitar de graça por rodovias ruins comprometendo nossa segurança?
Um exemplo:
A Constituição Brasileira no Art. 6º trata dos direitos sócias. Entre os principais nós temos a Educação, a Saúde e a Segurança. Então todo cidadão paga impostos e tem direito a esses benefícios sócias.
Na pratica isso acontece?
As escolas particulares são normalmente melhores, então quando possível as pessoas preferem colocar seus filhos em escolas privadas.
A saúde pública vai de mal a pior. Quem não pode pagar um plano de saúde ou clinícas particulares as vezes corre até risco de vida.
Quem é maluco de comprar um carro novo e não colocar no seguro?
Então meus amigos, a tendência geral é essa, agente trabalha aproximadamente 4 meses para pagar impostos e depois temos que pagar de novo pelo que já foi pago!
É complicado......

O que voces acham?

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Especialista critica banalização das infrações de trânsito






Assembleia de Minas - Especialista critica banalização das infrações de trânsito



“Somos nós os assassinos no trânsito.”

A afirmação, do consultor em transporte e trânsito Osias Baptista Neto, marcou a abertura do último dia do Ciclo de Debates Siga Vivo: pelo fim da violência no trânsito, na manhã desta sexta-feira (6/7/12), no Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Ele proferiu a palestra “Acidentes de trânsito: quem matamos e quem morremos?”.

O consultor fez uma comparação entre os esforços do poder público e da sociedade no combate à dengue, à Aids e aos acidentes de trânsito – em sua opinião, três grandes vilões que reduzem a expectativa de vida dos brasileiros. Segundo ele, a dengue mata 2.000 cidadãos por ano no País e a Aids, 12.000. Já os acidentes de trânsito provocam a morte de 40.000 pessoas anualmente. “A mobilização contra a dengue é intensa e envolve grande esforço dos governos. O Brasil já chegou a ter o maior programa de prevenção à Aids do mundo.

E a violência no trânsito?”

Para Baptista, é mais fácil lutar contra um mosquito ou um vírus do que enfrentar a si mesmo. “Nós todos nos identificamos com o infrator de trânsito, porque muitas vezes consideramos esse tipo de infração irrelevante”, disse. Ele lembrou que muitos sentem pena de um motorista que teve seu carro rebocado por estacionar em local proibido. “Por que houve tanta reação contra a lei seca?”, questionou.

O especialista afirmou que a solução para a violência no trânsito passa por uma mudança de postura de toda a sociedade. “Ao invés de reclamarmos do grande número de radares no Anel Rodoviário, deveríamos dar graças a Deus por não encontramos um maluco a 160 km/hora. O radar salva vidas”, exemplificou.

Baptista defendeu ainda as punições contra os motoristas infratores e criticou aqueles que fazem campanha contra as multas. “O agente de trânsito só é obedecido se puder multar. É a única forma eficaz de coibir abusos”, enfatizou. Ex-presidente da BHTrans, ele afirmou que a empresa é integralmente de capital público e que não existe “indústria de multas”.

O palestrante cobrou maior envolvimento do poder público com o tema, especialmente da Presidência da República, e maior agilidade na tramitação de projetos de lei relacionados ao transporte e trânsito no Congresso Federal. “É preciso priorizar ações contra a violência no trânsito, fazer investimentos.”

A deputada Maria Tereza Lara (PT), vice-presidente da Comissão de Segurança Pública da ALMG, disse que o relatório do Siga Vivo será levado ao conhecimento do governo federal. “Defendemos o somatório de esforços das três esferas do poder e da sociedade civil”, afirmou. Participaram ainda dos debates os deputados João Leite (PSDB), presidente da comissão, e Bosco (PTdoB), que preside a Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia.


UM GRANDE CAMPEÃO!



ROGER FEDERER





E ele conseguiu! Acompanho jogos de tênis desde que tivemos o Gustavo Kuerten surpreendendo o mundo com a vitória em Roland Garros em 1997. Em 2010 o Federer esteve a uma vitória de bater o record de Pete Sampras lá mesmo em Paris, mas acabou perdendo para um freguês e ficou longe desse objetivo. Desde então a liderança do ranking ficou com outros dois extraordinários tenistas: Rafael Nadal e Novak Djokovic. Nesses últimos dois anos ele perdeu mais do que ganhou quando jogou com Nadal e Djokovic, por isso eu não acreditava que seria possível. Na semi-final do aberto dos Estados Unidos de 2011, Federer teve vários match point, mas sofreu uma incrível virada do Djokovic que se sagrou campeão em cima do Nadal. Mesmo quando perdeu ele teve chances, ele jogou bem, e acho que isso o motivava a continuar tentando. Que bom que ele conseguiu!

Na cabeça de um grande campeão tudo é possível!